A Secretaria de Estado da Saúde informa a situação das emergências dos hospitais Celso Ramos, Regional de São José e Instituto de Cardiologia, nesta segunda-feira, 6.

A emergência do Hospital Celso Ramos, em Florianópolis, atendia 14 pessoas até o fim da manhã desta segunda. A situação é de normalidade na unidade de saúde. Segundo informações da instituição, havia três pacientes em estado grave. Nas últimas 24 horas, o Celso Ramos recebeu, na emergência, 166 pessoas. Deste total, 63 casos são do setor de ortopedia que, em geral, envolve pessoas que sofreram acidentes de trânsito.

O Instituto de Cardiologia estava atendendo, até as 14h desta segunda, 22 pacientes na emergência. Duas pessoas aguardavam consulta. Segundo informações da direção, 38 pacientes estão internados na emergência (8 no semi-intensivo; uma pessoa na reanimação; 11 no repouso; e outros 18 pacientes na medicação). Até o início da tarde, havia 81 pessoas nas unidades de internação e outras 6 na ala coronária. Nas últimas 24h, o ICSC atendeu 24 pessoas na emergência e fez 4 novas internações. Há 119 pacientes internados.

No Hospital Regional de São José havia, na emergência geral, 51 pacientes internados até o início da tarde desta segunda-feira. A situação é de normalidade na emergência. O atendimento é feito de acordo com a gravidade dos casos, a partir da classificação de risco que é feita com cada paciente que chega. Nas últimas 24 horas, de acordo com as informações da direção, houve 239 atendimentos em emergência (envolvendo emergência geral, oftalmológica e obstétrica). Na emergência pediátrica, 132 crianças foram atendidas. O quadro geral é de 251 pacientes internados.

No Regional, cerca de 80% dos casos que chegam à emergência são ambulatoriais, ou seja, situações que podem ser resolvidas nos postos de saúde. Por isso, a Secretaria de Estado da Saúde orienta a população a primeiro procurar os centros de saúde dos seus municípios. Os postos de saúde e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estão aptos a atender situações de urgência, quando a pessoa não corre riscos. São casos, por exemplo, de febre e dores generalizadas. Os casos mais graves serão encaminhados para os hospitais.


Ana Paula Bandeira 
Secretaria de Estado de Saúde/SC

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