O movimento Maker busca inspirar e capacitar professores, crianças e adolescentes, para que possam produzir e desenvolver novos produtos, buscando sempre soluções inovadoras.

Pensando nisso, a Prefeitura de Florianópolis terá um espaço maker na Escola Municipal da Tapera, que está em conclusão, e no Centro de Educação Continuada (CEC) da Secretaria de Educação.

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), por meio do programa Cidade Empreendedora, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e Secretaria Executiva do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social entregou kits tecnológicos para esses ambientes.

Os dois setores serão equipados com impressoras 3D, para que os estudantes possam imprimir objetos tridimensionais, por meio de um arquivo digital, elaborado a partir de um software de edição 3D. Também faz parte do kit placas de prototipação eletrônica, Raspberry Pi e Arduino, que são plataformas que permitem que pessoas iniciantes criem seus projetos eletrônicos. Junto com esses materiais, há ainda, ferramentas manuais, sensores, motores, botões, controles e outros acessórios para robótica e automação. 

Os equipamentos foram entregues pelo Sebrae para os dois setores, no CEC.

Quarenta professores de tecnologia, da rede municipal de ensino estão sendo capacitados para que possam, junto com esse material, repassar os conhecimentos aprendidos para os estudantes de 8 a 13 anos.  

A Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJA) da Capital igualmente será beneficiada com a nova metodologia. Doze educadores da modalidade de ensino, nomeados como “professores multiplicadores da Juventude Maker”, estão realizando essas formações, que encerram no dia 6 de dezembro. O objetivo é multiplicar, a partir de março de 2020, o número de pessoas que têm acesso ao movimento.

Para o secretário de Educação Maurício Fernandes Pereira, esta parceria com o Sebrae é muito benéfica, não só para os estudantes, mas para a sociedade de uma forma geral. “Em um relatório internacional que saiu recentemente, a pesquisa apontou que 65% dos adolescentes e crianças de escolas básicas irão trabalhar no futuro em profissões que ainda não existem. A rede de ensino busca, ao máximo, prepará-las e qualificá-las para esse novo mercado”, explica.

“A inclusão da tecnologia nas escolas é uma ferramenta de transformação. Esse contato, que os estudantes têm com as novas tecnologias, é um grande ganho pedagógico e social”, salienta Thiago Chaves, secretário executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social.

ASCOM SME

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